8 thoughts on “Uma Conversa entre amigos

  1. Zaqueu Lages Gonçalves Reply

    Rick, tenho um trabalho meio… paralelo. Meu estilo é mesclado de influencias diversas (lógico..). Porém, tenho muito prazer e sempre tento incorporar elementos locais à matriz universal que nos adentra aos ouvidos. Aqui, no Maranhão, acho que igualzinho a vários outros lugares desse nosso Brazil varonil americanizado, as coisas pro artista “alternativo”, ‘diferente”, ou seja, aquele que foge à regra do sertanejo-balada-brega é muito difícil. Minha banda é a Tinta Guache (nome dado em função da diversidade de “tons” de nossos componentes… É uma mistura de crítica e alegria.. nem Mamonas (vixe! meus amigos odeiam a comparação. Dizem que somos mais (apurados) … rsrsrs, a Titans, Nação Zumbi, Validuaté, e outros, guardadas as devidas proporções – Deus me livre a audácia! kkk)… Favooooree, tire um minutinho pra nós…

  2. Miqueias Melo Reply

    Olá, eu sou o mikieh, eu tenho 19 anos e sou de minas gerais. Meu sonho é ser um cantor e eu gostaria muito que vocês ouvissem as musicas que eu escrevi.
    Eu já tentei entrar em contato com vocês antes.

    Por favor me respondam dizendo o que acharam das músicas. Eu posso escrever mais. Bom… Eu estou sempre escrevendo músicas.
    Obrigado.

  3. Edson Rocha Reply

    Boa noite! Estamos dentro de um stúdio de ensaio, trabalhado em 12 músicas. Pretendemos fazer uma gravação ao vivo, por canais separados. A formação é composta por: bateria, baixo, guitarra base, guitarra solo e voz. Teríamos como fazer essa gravação no Midas? Gostaríamos de saber quanto pagaríamos por isso!
    Muito obrigado e muita paz!

  4. Jean Felipe Souza Reply

    Olá,
    Venho humildemente, por meio desde, solicitar informações sobre produção musical, sou compositor e tenho interesse em uma possibilidade de estar produzindo minhas composições.
    Desde já, grato pela atenção para comigo.

    Att…

  5. Digo Cardkamp Reply

    Concordo! (hoje)…

    Não me vejo pronto e nem afim de enfrentar XXX shows em XXX cidades com trinta anos, mesmo que meu álbum fosse a bola da vez…e por isso meus palpites!
    Talento tem aos litros e o meu não será cantar pra multidões e vender coisas. Muitas pessoas conhecem talentos que podem ser trabalhados pra ser “sucessos” e gerar retorno financeiro. Há muito isso não se põe mais à mesa, ao meu ver.
    Saindo da zona de conforto, hoje eu peguei uma lista chamada “Pop Brasil” no Spotify e percebi que qualquer cara com um Home Studio pode criar um plano de médio prazo pra fazer royalties com plataformas…mas e quanto aos Shows? A música será cada vez mais nicho. Shows “pequenos” em 5.000 cidades no Brasil lotados com produções e marketing local de baixo custo. A questão é quem será o maior acumulador de nichos…tipo como se formavam impérios…sei lá… percebi que tem um cara trabalhando no formato do futuro…há muito mercado nisso! Pense em algo como um milhão de barracas de tomate macios e suculentos em feiras livres…hehehe…mas enfim, palpites bobos de um juvenil.
    Esse futuro a vocês pertencem….
    Ps.: Ansioso para as próximas páginas…

  6. Leonardo Mello Reply

    É isso aí, faz todo sentido! Dentro disso podemos citar o Sublime, que fazia reggae, punk e hardcore numa época em que o grunge dominava os EUA, e só ficaram conhecidos de verdade após a trágica morte do Bradley. Porém o legado que deixaram é eterno e importantíssimo para quem curte o estilo de música deles.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *